sexta-feira, 14 de março de 2014

O que você tem feito por si mesmo?


O que você tem feito por si mesmo?


       Estamos em março, e agora sim, após o Carnaval, nos parece que caiu a ficha, o ano de 2014 realmente começou! E então, você já colocou em prática seus planos para a sua nova vida? Vida nova sim, porque a cada novo ano nos renovamos, ficamos mais velhos, criamos novas expectativas, planejamos alcançar novas metas, não é mesmo? E aí surge a pergunta, o que você tem feito por si mesmo? Você tem realmente tentado pôr em prática seus desejos e necessidades? Observe bem suas condutas e perceberá que muitas vezes queremos algo, nos lamentamos por não conseguir, mas na verdade nem sequer agimos para verdadeiramente obter! 

        Sabe aquela dieta que está prometida desde o ano passado? E aquele tempo a mais na dedicação aos estudos? E a mudança de emprego? É, são muitas promessas e tão poucas realizações... 

        O certo é que cada um sabe o preço que paga por não alcançar seus objetivos, e mesmo assim, muitos não conseguem sair da inércia! Mas, o que se deve fazer para, enfim, colocar a "vida para frente"? De repente o caminho é mais simples do que parece!

      O que faremos a seguir, pensando em alguns amigos, será passar uma simples dica extraída de observação, leitura, troca de experiências, que poderá ser útil: primeiramente, tenha em mente o que você quer realizar - seu objetivo; depois, organize como isso acontecerá - forma de fazer; e por último, visualize o que isso gerará na sua vida - repercussão positiva.

       Parece simples, e realmente é! Ocorre que muitas vezes faltam foco e disciplina para nos mantermos na direção certa, e isso só depende de você!


          

“O sucesso é pessoal e intransferível. Separe um tempo para definir o que é sucesso pra você, depois corra atrás disso. Simples assim.” (Jufras Menhal)

quinta-feira, 13 de março de 2014

Você superestimula seu filho?


           Você já parou para observar a quantidade de estímulos que seu filho vem recebendo? 

     Diariamente somos bombardeados com a rapidez das notícias e com a assustadora evolução tecnológica. Eis o século da velocidade!  Mas o que isso pode influenciar na educação dos nossos filhos? Exatamente tudo! 

          Os nossos atos resultam dessa nova realidade, em que se preza, e muito, a celeridade. E daí o que se tem percebido é que acabamos trazendo para a criação dos nossos filhos essa ânsia pelo "o quanto antes melhor". Mas será que isso traz benefícios para as crianças? O que se vê atualmente são crianças sendo estimuladas, constantemente, a aprender coisas que não correspondem à sua maturidade. 

     Em conversa com uma pedagoga, tive ciência de casos em que crianças pequenas já estão desestimuladas a frequentar a escola, devido à essa pressão pelo aprendizado. Isto porque o lado lúdico do cotidiano tem sido reprimido, muitas vezes pelos próprios pais, que se queixam do fato de uma criança de apenas 03 anos ainda não saber todo o alfabeto! 

         E então surge a questão, onde se quer chegar com toda essa pressa?

         O desenvolvimento de cada criança, de acordo com sua faixa etária, deve ser respeitado!

        A Lei de Diretrizes e Bases, Lei 9.394/96, em seu art. 6º (alterado em 2013) dispõe ser dever dos pais ou responsáveis realizar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos 04 anos de idade. Ora, conforme se sabe, toda lei surge da necessidade da sociedade em normatizar determinado assunto, e com o tema exposto não restou diferente. Observa-se assim, a existência de uma idade mínima para inserir a criança na pré-escola. Idade esta que atualmente sofreu uma redução de 06 para 04 anos, para o ingresso na educação básica. O que foi feito, certamente, com base em estudos realizados através de profissionais capazes de aferir a idade ideal para o ingresso das crianças na pré-escola.

         Acredito que devemos atentar mais para as brincadeiras, para contar histórias, estimular a criatividade, para um real convívio entre pais e filhos, sem que faça parte da rotina deles, logo tão cedo, a pressão por saber isso ou aquilo. Dessa forma, o crescimento deles será saudável!



"Não eduques as crianças nas várias disciplinas recorrendo à força, mas como se fosse um jogo, para que também possas observar melhor qual a disposição natural de cada um."  (Platão)

quarta-feira, 12 de março de 2014

Preencha sua vida com coisas boas...


Em mais uma rodada pela internet (coisa que faço incessantemente...rs), conheci Adélia Prado! Simplesmente fascinante!

Com licença poética

Quando nasci um anjo esbelto, 
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou feia que não possa casar,
acho o Rio de janeiro uma beleza e 
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
- dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.



Adélia Prado


E você, que boa dica nos traz?
Você ama o seu trabalho?

Tal perguntinha geralmente assombra aqueles que já estão literalmente no "trampo" e se veem entediados, desmotivados ou até mesmo angustiados com seus trabalhos. Cada jovem que entra no mercado de trabalho, traz consigo uma série de expectativas e ideais que nem sempre condizem com a realidade da profissão escolhida.  E então surgem as frustrações, e a imensa vontade de mudar toma conta da pessoa...Conhece essa história? Pois é, atire a primeira pedra quem não conhece alguém que esteja, ou já esteve insatisfeito com o "andar da carruagem" da sua vida profissional! E aí, o que fazer?

Com certeza não é uma pergunta fácil de se responder, principalmente porque requer uma séria avaliação dos reais motivos que o levam a "desistir" de determinada profissão, e ainda, porque as pessoas têm que trabalhar para pagar as contas no final do mês, e não podem se dar ao luxo de não querer mais exercer determinada profissão. E é neste ponto que está a resposta, você trabalha em determinada área só para pagar as contas ou trabalha em algo por vocação e que paga suas contas?

A chave está no dinheiro, se ele for a única razão pela qual alguém se mantém em certa atividade, os milhares de problemas que surgirão no cotidiano dessa profissão, em certo momento, fulminarão a sua vontade de continuar...Ao passo que, se alguém nutre amor pelo que faz, esses problemas serão obstáculos transponíveis, que poderão de vez em quando te abalar, mas não o suficiente para fazê-lo desistir.

Pensem nisso!



"Se não tornar seus sonhos realidade, a realidade os levará embora."( Eric Pio)